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| IC 2944/2948 Nebulosa do Galo - Telescópio refletor 200mm, f/4 + Canon D500 modificada, 38 exposições de 5 minutos, total 3 horas e 10 minutos, filtros H-Alpha + OIII + SII |
AstroClubeCunha
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Maratona Filtros de Banda Estreita - Julho 2018
Aqui em Cunha, do dia 06 a 20 de julho o tempo
ficou aberto, seco e transparente, atmosfera com ótima estabilidade térmica
trazida pelo frio de nosso inverno, numa sequencia incrível de 13 noites muito
propícias e pude finalmente abrir as caixas de novos filtros e passar as noites
fotografando nebulosas galácticas, as imensas nuvens de hidrogênio, verdadeiros
berçários de estrelas jovens e quentes que ionizam e iluminam a nebulosa com
radiação ultra violeta. Com os novos filtros Baader de banda estreita eu pude
agora fotografar separadamente cada linha de transmissão e pela primeira vez
consegui montar e unificar a imagem, num total de 3 horas e 10 minutos de
exposições conjuntas, um recorde e um feito para mim, que compartilho com
vocês. A imagem retrata a “The Running Chicken Nebula”, informalmente denominada
por mim como Nebulosa do Galo, para evitar associações com o frango da Sadia.
Localizada na constelação do Centauro, ao lado do Cruzeiro, só é visível do
hemisfério Sul, número de catálogo IC 2944/2948, está distante 6.500 anos-luz,
raio 60 anos-luz, magnitude aparente 4.5, é classificada como aglomerado
aberto com nebulosidade e é um objeto que só se mostra nas linhas de emissão
Hidrogênio-Alpha, Oxigênio III E Sulphur II, através dos filtros de banda
estreita que estou inaugurando agora. Com
o filtro H-ALPHA, em 3 sessões capturei 17 exposições de 5 minutos cada,
totalizando 1 hora e 25 minutos de coleta de fótons. Com o filtro OIII foram 35
minutos (7x5m) e com o filtro SII (Sulphur) foram 14 exposições de 5 minutos,
(1hora e 10 minutos). Empilhando todas as imagens com 3 horas e 10 minutos de captura dos
fótons nesta imagem que compartilho. Sob escrutínio, o empilhamento
de imagens de filtros diferentes parece propiciar a tridimensionalidade na
sensação de profundidade perceptível na imagem.
terça-feira, 5 de junho de 2018
NOITES DE ABRIL E MAIO
Agora
que o tempo virou completamente e as noites fechadas escondem as estrelas, sem
acesso ao céu sobrou tempo para repassar algumas imagens capturadas em noites
abertas de abril e de maio, inaugurando a temporada de frio, noites transparentes
e atmosfera estável. Desta vez, usei somente a lente de uma Barlow acoplada na
Canon modificada, com corretor de coma e filtro de banda larga para conter a
emissão da iluminação pública, estendendo a distância focal do meu refletor de
800mm para 1200mm, o que propiciou aumento de 30x para 46 vezes e me permitiu
acesso a novos detalhes de objetos já conhecidos, como Eta Carinae, Caixinha de
Joias, etc, e me permitiu incluir novos alvos no cardápio do meu arsenal,
aglomerados, nebulosas planetárias e galáxias que antes estavam fora de
alcance. Com a alteração da razão focal de f/4 para f/6 também diminui a
entrada de fótons e como consequência tive que aumentar a sensibilidade ISO de
800 para até 3200 e aumentar o tempo médio de exposição de 3 para 6 minutos, no
limite de minha capacidade de autoguiagem, tendo que descartar 2 ou 3 imagens
em cada 10 capturadas em alguns casos . Além da umidade sempre presente, outro
problema enfrentado foi a alternância das noites abertas e sem uma série de noites
seguidas de continuidade, com intervalos, a escolha dos alvos acabou sendo por
oportunidade, aquilo que estava melhor localizado no céu para o momento.
NGC 3132 Eight-Burst Planetary - Lensbar 11x180seg iso 1600 23Maio18 crop
ETA CARINA + Lensbar 8x3min iso1600
09maio18
M20 - LAGOON Lensbar
11x4m iso3200 11maio18
M6 – Aglomerado da Borboleta - 9x2min iso1600 Lensbar crop
M20 – Trifida
- Lensbar 8x5min iso3200 21Maio18
JUPITER e a GRANDE MANCHA VERMELHA
CCD-DBK + barlow x2.5 29maio18 video 1534 frames pilha 595 frames
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Cometa, Estrelas e Galáxias
Cometa Johnson - Parte I
Está passando por aqui, no começo da noite no alto de nossas
cabeças, sob um céu de inverno estrelado, entre Júpiter e Arcturus, um
visitante distante, o Cometa C/2015
V2 Johnson, vindo das profundezas do sistema solar,
provavelmente da Nuvem de Oort, em órbita hiperbólica que o levará para o meio
interestelar. Descoberto em Novembro de 2015, passou pelo periélio em 12 de
junho e com magnitude 7.5 está fora do alcance da vista desarmada e não se
espera que seu brilho aumente. Em oposição, uma cauda, se houver, está
invisível atrás do cometa.
Na primeira sessão de fotos na noite de 17 de junho, o cometa foi flagrado cruzando um campo estrelado, passando perto de 4 galáxias, em 9 imagens de 4min30seg cada, totalizando 40minutos e 30segundos de exposição, iso800, empilhadas na foto acima no cometa e na foto abaixo, empilhadas com estrelas como ponto de alinhamento.
O negativo da imagem identifica os astros presentes na imagem com a trajetória pontilhada do cometa durante o tempo total de exposição
NGC 5569 é uma galáxia espiral barrada
(SBc) localizada na direção da constelação de Virgo. Faz parte, juntamente com NGC 5566 e NGC 5560, de um trio de galáxias que interagem
gravitacionalmente, denominado Arp 286
NGC 5577 é uma galáxia espiral (Sbc)
localizada na direção da constelação de Virgo,
descoberta em 26 de Abril de 1849
por William Parsons.
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Estrelas do Polo Sul
Para fotografar astros e estrelas é
necessário longo tempo de exposição e sensibilidade alta para a captura dos
poucos fótons que chegam de objetos distantes, galáxias, nebulosas,
aglomerados, e se acumulam no sensor da câmera, formando a imagem. A Terra gira
e arrasta consigo tudo que estiver sobre ela. Assim é com a câmera fotográfica
que aponta para o céu com o obturador aberto, expondo o sensor digital. Para manter um objeto centralizado por algum
tempo é necessário que a câmera esteja assentada em montagem com mecanismo
motorizado capaz de compensar esse movimento giratório. É também necessário que
o eixo da montagem esteja alinhado com o eixo da Terra, apontando para o Polo
Sul. Ao contrário do hemisfério norte, onde a estrela Polaris fica perto do polo
e é visível a olho nu, aqui no hemisfério sul o ponto imaginário que marca o
polo sul geográfico está situado numa região de poucas estrelas brilhantes e é
tarefa árdua determiná-lo com a precisão necessária para permitir exposições
fotográficas longas, com minutos de duração.
O Polo Sul Nesta sequência de imagens obtidas com câmera
munida de teleobjetiva 300mm f/6.3 montada em tripé fixo, a variação da
sensibilidade (ISO) em conjunto com tempos longos de exposição, evidenciam o
percurso giratório que as estrelas fazem à volta do polo sul.
imagem 1 – estrelas fixas - Exposição rápida de 60 segundos, ISO 1600, não há movimento aparente, as estrelas aparecem como pontos de luz Canon
EOS D650 300mm f/6.3 expo 60seg iso1600
22h54m18s 26maio17
imagem 2 – estrelas em movimento - Com o aumento do tempo de exposição e a diminuição da sensibilidade, o movimento giratório se torna aparente. O tempo passa, a Terra gira e nesta exposição de 7 minutos, as estrelas próximas do centro permanecem fixas como pontos de luz, enquanto as laterais deslizam e aparecem como riscos. Canon
EOS D650 300mm f/6.3 expo 421seg
(7.01min) iso200 22h58m01s 26maio17
imagem 3 – estrelas giratórias Nesta exposição de longa duração, as estrelas aparecem como riscos concêntricos, o rastro do percurso à volta do polo sul. A forma cometária dos traços das estrelas aparentando cauda, se deve a condensação gradual da umidade na lente da câmera, ofuscando e diminuindo a entrada de fótons ao longo dos 50 minutos de exposição. A forte presença de ruído digital em forma de fundo avermelhado deve-se em parte à crescente poluição de luz artificial de sódio e mercúrio espalhada na atmosfera e à elevação térmica do sensor digital da câmera ao permanecer aberto por tanto tempo. Canon
EOS D650 300mm f/6.3 ISO 100 3.007,9seg (50min13seg) 23h19m29s 26maio17
imagem 4 - as estrelas aparecem - Ajustes no histograma para a eliminação dos pixels não aproveitáveis; rebaixamento do gama para manter o fundo escuro e operação dos controles RGB para destacar as cores, são ferramentas digitais que permitem revelar detalhes não aparentes contidos na imagem crua. Estrelas de várias magnitudes e classes espectrais, azuis (O,B), brancas (A,F), amarelas (G), alaranjadas (K) e vermelhas (M), tornam-se visíveis e se destacam criando círculos concêntricos que remetem ao centro em volta do qual tudo gira.
imagem 5 – as estrelas do polo - O recorte da imagem isola e destaca a área do local do polo sul.
Na imagem inversa, a classe espectral, magnitude e distância identificam as 8 estrelas mais brilhantes que formam um asterismo útil no reconhecimento e guia da localização do polo.
imagem 6 – O Polo Sul Geográfico - Ampliação extrema para determinação estimada do ponto de localização do Polo Sul Geográfico.
Acompanhamento Sideral Quando o eixo polar da montagem equatorial de
um telescópio estiver apontado o mais próximo possível desse ponto, maior
exatidão terá o acompanhamento sideral motorizado, compensando o movimento da
Terra e mantendo a estrela, ou qualquer outro objeto celestial em qualquer
parte do céu visível, centralizada na ocular ou na tela da câmera.
Alinhamento As montagens
equatoriais necessárias para exposições de vários minutos possuem um orifício
para a acomodação de uma pequena luneta polar que pode ser substituída pelo
introdução de um apontador de laser verde para ajudar no alinhamento, desde que
se saiba onde fica o local do polo. Uma
vez localizado, com a ajuda de um binóculos montado num tripé, a montagem pode
ser posicionada com o facho do laser até que fique alinhada. O alinhamento
necessário para exposições de longa duração também pode ser feito por
alinhamento eletrônico e pelo método da correção da deriva, reposicionando a
montagem em azimute e altitude.
Empilhamento da imagem – Para contornar o limite máximo de
tempo de uma exposição causado pelo acúmulo de ruído digital, falhas no
mecanismo de acompanhamento e turbulência atmosférica, o empilhamento de várias
imagens de menor tempo de exposição, capturadas em sequência com os mesmos
parâmetros, permite trazer à tona detalhes revelados pela soma de todos os
fótons capturados em cada imagem.
imagem 7 – Nebulosa da Cabeça do Cavalo - O empilhamento de 5 imagens de 2m30s obtidas com câmera modificada, sem filtro infra vermelho, revela a luz vermelha característica da emissão dos átomos de hidrogênio energizados pela potente radiação da jovem estrela que destaca a coluna negra de gás e pó em forma de cabeça de cavalo.Telescópio
Refletor 200mm f/4 Canon EOS D500 modificada expo
12min30seg (5x2,30min) ISO 1600
13Dez15
imagem 8 - M42 Nebulosa de Orion – Para capturar os detalhes tênues desta nebulosa de emissão, foi necessário, junto com a câmera sem o filtro infra vermelho, a utilização de um filtro de banda larga para barrar as emissões indesejáveis de sódio e mercúrio e aumentar o contraste. A utilização do filtro normalmente requer o dobro ou o triplo de tempo de exposição, como nesta imagem com tempo total de 52 minutos, somados no empilhamento de 13 imagens de 4 minutos.Telescópio
Refletor 200mm f/4 Canon
EOS D500 modificada + filtro banda larga DeepSky Lumicon expo 52 minutos (13x240seg) ISO 800 - 01Mar17
Astrofotografia – Com a localização do Polo Sul e o alinhamento da montagem com acompanhamento sideral, a captura de exposições de longa duração, o empilhamento e as técnicas digitais de finalização da imagem para diminuir o ruído digital e extrair detalhes de objetos distantes, com orçamento moderado a astrofotografia está ao alcance de todos, trazendo à luz as maravilhas do incrível universo que nos rodeia.
terça-feira, 7 de março de 2017
De Volta à Luz das Estrelas
a recuperação de um telescópio
Em tempos de crise, dólar alto,
imposto duplicando o preço dos importados e com nossas poucas lojas virtuais de
acessórios astronômicos fechando, é enorme a dificuldade de aquisição de
equipamento básico de qualidade para observação astronômica e astrofotografia e
fiquei empolgado ao descobrir encostado aqui em Cunha no sitio do meu amigo Zé
Luiz, um telescópio de porte, lindo tubo ótico branco de 1,5 m e 20 cm de
abertura, montagem equatorial e tripé-píer de cor laranja bastante atrativo.
Havia chegado às suas mãos em troca de uma caixa de vinho português, construído
numa oficina no Planetário de São Paulo, o espelho polido pelo próprio dono, e
usado num sítio no interior por bastante tempo até que foi substituído por um
telescópio eletrônico. Daria para recuperar? Poderia voltar a nos contemplar
com imagens celestiais?
Sem acessórios, nele nada se via,
eixo ótico desalinhado, espelho comprometido, montagem com folgas nos eixos,
marcas de uso por todos os lados. Em casa, sem hesitação, fui direto ao coração
do instrumento, o espelho primário. Soltei os parafusos que prendiam a célula
de madeira no tubo e logo confirmei o estado deteriorado do espelho, com
presença de fungos. Desmontado e
embalado, o espelho foi enviado a Belo Horizonte para avaliação e re-aluminização
muito bem sucedida pelo professor Bernardo Riedel, que também forneceu o
espelho secundário oval.
Para participar do trabalho de
restauração, foi convidado o astrônomo amador e ferramenteiro aposentado,
exímio construtor de acessórios e adaptadores para telescópios, amigo e
parceiro astronômico, o Pepe, que acabou resolvendo todos os problemas
mecânicos.
Para substituir o antiquado focalizador de pressão, de bitola mirim 0,965”, foi instalado um focalizador maior, de bitola 1,25”, com cremalheira para permitir ajustes finos e facilitar a observação
A grande projeção externa do novo
focalizador trouxe o ponto focal para fora e o espelho primário teve que ser
reposicionado mais adiante no tubo. Foi feita a retirada de 15 cm de excesso,
encurtando o tubo para 1,35m
Foi dada especial atenção à outra
crucial parte do telescópio, a montagem e o tripé, o mecanismo capaz de apontar
para qualquer ponto do céu com estabilidade, sem vibração. Felizmente não foi
encontrado nenhum eixo danificado e as folgas foram eliminadas com ajustes e
lubrificação. Com o tubo e o contrapeso balanceados, o telescópio pode ser
mantido em posição com apenas um leve aperto das travas
Desmontada e submetida à limpeza
completa, a célula de madeira do espelho primário foi impermeabilizada para
proteção contra umidade. A adaptação do novo focalizador exigiu o alargamento
do furo no tubo ótico.
Pelo peso e tamanho, foi
fundamental a substituição dos rodilhos para facilitar a locomoção e o
posicionamento do instrumento.
Para facilitar a operação e
melhorar a pontaria, foi instalado um apontador de laser verde para a primeira
aproximação e uma buscadora provida de retículo para a centralização do objeto
no focalizador
Sistema ótico refeito,
focalizador novo, para explorar o potencial e assegurar desempenho compatível,
foi disponibilizada uma maleta com oculares de 4 distâncias focais diferentes e
um filtro polarizador ajustável para observação lunar
Finalmente, recuperado, na
primeira brecha no céu chuvoso de verão, o belo instrumento viu sua primeira
luz apontado para a Lua. Balanceada e
alinhada com o polo sul geográfico, a montagem equatorial permite com
facilidade o reposicionamento rápido e constante do objeto na ocular. Com o eixo
ótico colimado, produziu imagens lunares nítidas, com bom contraste mesmo na
claridade da tarde, provando excelente configuração e sucesso no processo de
polimento e re-aluminização do espelho primário.
Depois de muito tempo encostado e
3 meses de recuperação, de volta à vida o telescópio está pronto para retornar
ao sítio do meu amigo Zé Luiz. A um custo abaixo de mil e quinhentos reais, foi
recuperado um instrumento que tem como similar telescópios acima da faixa de
três mil reais. Além do benefício do custo, a distância focal longa, de 1,30m,
confere a este instrumento boa capacidade de magnificação e a razão focal f/6.5
a habilidade de produzir claras e nítidas imagens planetárias. Resta aguardar a
chegada do frio para por à prova seus atributos e comemorar com champanhe sua
volta à ativa no início da temporada de observação, com a chegada do frio, no
céu escuro de Cunha.
Gilberto Jardineirodomingo, 19 de fevereiro de 2017
8 noites abertas em Janeiro 2017
Olá astroamigos
No chuvoso janeiro que passou, foram
apenas 8 oportunidades para abrir o observatório e na maioria delas o céu
esteve apenas parcialmente aberto, ora com nuvens, ora com névoa e umidade. Era
de se esperar - é verão e esse comportamento sol de manhã + nuvens de tarde +
céu nublado de noite é padrão não só aqui em Cunha. Deve se prolongar até que
as águas de março encerrem o verão. Mesmo com mais de 25% de aproveitamento (8
noites em 31 dias de janeiro), essas janelas de observação foram esparsas, com
intervalos longos, de até 10 noites fechadas em sequência, com sequência
máxima de 3 noites seguidas com céu aberto. Com toda essa chuva e céu quase
sempre fechado, não há programação nem agenda que resista; não deu para
acompanhar a conjunção de Vênus com a Lua no dia 2; não deu para fotografar
Vênus no dia 12 em máxima elongação leste, e no dia 14 quando esteve metade
iluminado (dicotomia), deu para fazer apenas uma imagem. Passou batida a
oposição do asteroide Vesta na noite de 17/18 e tampouco deu para acompanhar a
conjunção entre a Lua, Vênus e Marte no final da tarde do último dia do mês.
Por aqui tampouco deu para ver o eclipse penumbral parcial da semana passada e
a esperança é que no domingo dia 26 de fevereiro, dia do eclipse, haja Sol.
grande abraço a todos, céus claros
Gilberto Jardineiro
AstroClubeCunha
Aqui
está o que deu para fazer nas 8 noites abertas de janeiro:
1ª noite –
01 janeiro – domingo – pré-conjunção Vênus + Lua
–
Canon, lente 55~250mm a
135mm, iso200 exposição 1/125
2ª noite –
04 janeiro – quarta – M42 ORION
única imagem feita com 5
minutos de exposição, iso800
3ª noite –
08 janeiro – domingo – Alinhamento
Com muita névoa, quase todo
o tempo aberto foi dedicado ao alinhamento polar do telescópio com a correção
da deriva equatorial. Nenhuma imagem foi feita.
4ª noite –
14 janeiro – sábado – Dicotomia de Vênus
Devido às condições
precárias do tempo, não foi possível fazer capturas decentes do planeta meio
iluminado e a única imagem foi obtida perto do horizonte.
5ª noite –
25 janeiro – quarta – Vênus
1 - Céu aberto no fim da
tarde, captura de 3 vídeos de Vênus.
2 - 1º teste do filtro de
banda estreita Oxigênio III (O-III), na 2ª parte da noite, em Eta Carinae
6ª noite –
27 janeiro – sexta
ORION M42 – Canon T1i
modificada + filtro banda larga DSF (Deep Sky Filter) empilhamento 10 frames
120seg ISO800
7ª noite –
28 janeiro – sábado
ORION M42 - Canon T1i
modificada + filtro banda estreita Oxigênio III (OIII) empilhamento de 10
frames 120seg ISO800
8ª noite –
29 janeiro – domingo –
ORION M42 - Canon T1i
modificada – mescla das imagens com filtro banda estreita Oxigênio III + filtro
banda larga DSF Deep Sky Filter
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